Ação e plenitude – o que muda ao adotar uma causa social

Ação e plenitude – o que muda ao adotar uma causa social

Na vida, a busca por equilíbrio passa pela solidariedade, pelo cuidado com o outro, e muitas vezes não nos damos conta do quanto ser bondoso faz bem. Nos últimos anos, tenho percebido que agir de forma altruísta traz resultados concretos – e até instantâneos – para nossa saúde física, mental e emocional; benefícios que todos deveriam experimentar! E é sobre eles que escrevo neste artigo.

Corpo

Você sabia que protagonizar uma atitude generosa, que contribua com a história do outro, provoca inúmeras reações no organismo, assim como quando praticamos um exercício físico?

De acordo com especialistas no assunto, sentimentos como a compaixão ativam o sistema nervoso e estimulam a produção dos “hormônios do bem-estar”. Com eles circulando em nossa corrente sanguínea, a ansiedade diminui e conseguimos relaxar.

É uma ótima maneira de combater a depressão e dar lugar ao pensamento positivo.  

Todos

Os benefícios sociais entram nessa lista, e faço questão de dividir algumas constatações:

Desde quando decidi me aproximar de uma causa – no meu caso, a luta contra o câncer infantojuvenil -, conheci pessoas incríveis, de todas as idades, dessas que a gente quer ter por perto o tempo todo, sabe? Uma agradável surpresa que essa vida me deu aos plenos 50 anos…

Por isso, entendi que, quando nos preocupamos com o outro, tiramos o foco de nós mesmos, dos nossos problemas, e então nos abrimos para compreender as questões das pessoas a nossa volta, e, em troca, acabamos transformados por suas histórias.

Acredite, através de pequenas atitudes, promovemos mudanças significativas em nós mesmos e, portanto, na sociedade; é impactante quando todos tomam providências, ainda que singelas.

Hoje, não saio de casa sem me lembrar que, quando damos a mão a quem está ao lado, recebemos apoio em retorno, pois companhia pressupõe reciprocidade.

A propósito, aqui vale uma reflexão: qual foi a última vez em que celebrou uma conquista que não era a sua?

Você

Por fim, falo sobre estar bem consigo mesmo.

Ao trocar experiências, passamos a enxergar a vida a partir de novas perspectivas, o que nos fortalece para encarar a rotina, nos deixa mais preparados – menos reativos e mais proativos, entende? Por isso, nos sentimos mais seguros.

Já parou para pensar sobre como a autoconfiança tem tudo a ver com gratidão, felicidade, paz interior? É paradoxal mesmo: para nos sentirmos seguros, convictos de que vamos deixar um legado positivo no mundo, temos que sair da zona de conforto.

Hoje, percebo que ser altruísta é uma conduta em prol da esperança; por acreditar que as coisas vão melhorar, caminhamos lado a lado, dando força um ao outro.

É claro que “sair da inércia” nunca é tão fácil assim. E aí está a importância de adotar uma instituição que combine com seus princípios: isso pode ajudá-lo(a) a dar a largada que fará diferença.

Quando decidi fazer algo, vivenciei a plenitude e, finalmente, me senti completa.

Será que não é exatamente disso que precisa?  

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