Parceria que transformou Antônio num rapazinho forte

Parceria que transformou Antônio num rapazinho forte

Ao investir no Terceiro Setor, é imprescindível observar de perto a aplicabilidade dos recursos envolvidos, ou seja, se o apoio oferecido por nossas empresas a determinada instituição chega a quem deve chegar.

Como empreendedor, defendo que, caso não façamos esse acompanhamento criterioso, corremos o risco de comprometer tanto nossos caixas quanto nossa efetiva contribuição para a sociedade, para o qual credibilidade e transparência são peças-chave de sucesso.

Pelo menos foi a partir desse olhar que escolhemos o Instituto Ronald McDonald como parceiro. Desde o começo, observamos seu comprometimento com processos de auditoria e balanços sociais referentes a seus programas e projetos.

Na época em que estudávamos a parceira, sabendo que o Instituto Ronald McDonald atua apoiando projetos em diferentes cidades brasileiras, até aproveitei a viagem de negócios que faria a João Pessoa, no estado da Paraíba, para visitar o Hospital Napoleão Laureano, referência no tratamento de câncer infantojuvenil na região.

Em 2008, a unidade inaugurou sua ala de oncologia pediátrica, construída com recursos do Instituto Ronald McDonald, captados durante os eventos do McDia Feliz, e encaminhados por meio do Programa Atenção Integral.

Foi lá que o Antonio, um dos pequenos protagonistas da campanha Aproximando Famílias, recebeu seu diagnóstico e iniciou o tratamento; na época, ele tinha 1 ano e 10 meses.

A conversa que tive com a Samia, sua mãe, fazia parte da minha “investigação” daquele dia.

Durante a fase da quimioterapia, estar no hospital era o mesmo que estar em casa, por tudo o que encontramos. Serviam refeição e lanche, propunham atividades… as crianças tinham onde brincar… Isso faz diferença para nós, família, que acabamos criando um vínculo com quem também está nessa luta, e para eles. Uma coisa eu posso dizer: a ajuda chega, chega tudo. E tudo é repassado para as crianças”.

Enfim, como podem imaginar, a partir do que Samia disse, tive a confirmação imediata de que a parceria com o Instituto valeria a pena – afinal, tudo o que é investido, é direcionado corretamente e, portanto, gera resultados concretos.

Na realidade, eu nem precisava ter feito aquela visita, mas foi poder ver de perto aquele benefício, entende? Um cuidado extra que se transformou em uma experiência motivadora, pessoal e profissionalmente.

Por isso, sugiro a todos os empreendedores que façam o mesmo: busquem entender se a organização com a qual desejam firmar acordo é criteriosa e lança mão de mecanismos para garantir a aplicabilidade dos recursos recebidos. Depois, verifiquem se o que é dito, é realizado de fato.

Até hoje lembro do Antonio… Rapazinho forte, “mimado pé no chão”, como diz a mãe. Naquele dia da visita, ele estava todo feliz de ter ganhado um novo amigo, o cachorrinho Pipoca.

Sabe qual é o nome disso? Esperança de vida.  É nisso que minha empresa investe. E a sua?

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