O coletivo faz a força

Um dia desses estava com várias coisas pra resolver, parecia que não ia dar conta de tudo aquilo, e foi quando pensei comigo mesmo: a vida não foi feita pra ser vivida sozinha.

Estamos sempre precisando da ajuda do outro, da opinião de um amigo, do carinho de um familiar. Vivemos em um coletivo e às vezes esquecemos disso.

Quando visitei a Casa Ronald McDonald para realizar um trabalho voluntário, quis saber um pouco mais do dia a dia do voluntariado, do que as crianças e familiares mais precisavam, e percebi uma coisa muito interessante sobre esse lance de coletividade, sabe?

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Pequeno grande Everton, o menino que luta contra o câncer

Semana passada eu acordei com o maior incômodo no olho. Lavei bem meu rosto no banho, joguei um colírio e fui trabalhar. ‘Não há de ser nada demais’, imaginei. 

Na manhã seguinte, o olho estava não só incomodando, mas bem vermelho. ‘Que baita cisco esse deve ter sido’, eu pensava, enquanto combinava uma compressa, mais colírio, e um óculos para disfarçar. 

Quando acordei no terceiro dia, já mal conseguia abri-lo totalmente. Só então decidi ir ao médico, e descobri que o baita cisco era, na verdade, uma baita conjuntivite. 

Longe de mim fazer qualquer tipo de comparação entre a gravidade dessas doenças, mas ao sair do oftalmologista, me lembrei imediatamente do Everton, um menino cuja mãe eu conheci uma vez, durante um dia de voluntariado numa casa de apoio.

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O cotidiano de um voluntário

Outro dia eu tava trocando uma ideia com um amigo meu sobre como é ser voluntário. Ele sabe que eu sou e, como tem pensado cada dia mais em se tornar um também, me procurou para que eu pudesse ajudar com algumas dúvidas que ele tem.

Ele me contou que sente muita vontade de botar a mão na massa e contribuir para um mundo melhor fora da internet, mas que sente um grande receio de acabar preso a uma atividade que ele não gosta ou não domina, em horários com os quais não pode se comprometer.

Foi aí que eu resolvi desfazer essas impressões erradas, falando um pouco mais sobre como foi o processo de me tornar um voluntário e sobre o nosso dia a dia.

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Jovem guerreira: a destemida que luta contra o câncer

Meu aniversário se aproximava e, com ele, um day-off do trabalho – #sorte. Por fora, eu era empolgação pura, mas, na real, as comemorações daquele ano estavam em segundo plano. Os últimos meses tinham sido puxados, estressantes… Eu precisava me desconectar das redes e me reconectar a mim mesmo. Sabe quando a vida pede, ou melhor, implora pra gente refletir sobre o que estamos fazendo dela?

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