O coletivo faz a força

O coletivo faz a força

Um dia desses estava com várias coisas pra resolver, parecia que não ia dar conta de tudo aquilo, e foi quando pensei comigo mesmo: a vida não foi feita pra ser vivida sozinha.

Estamos sempre precisando da ajuda do outro, da opinião de um amigo, do carinho de um familiar. Vivemos em um coletivo e às vezes esquecemos disso.

Quando visitei a Casa Ronald McDonald para realizar um trabalho voluntário, quis saber um pouco mais do dia a dia do voluntariado, do que as crianças e familiares mais precisavam, e percebi uma coisa muito interessante sobre esse lance de coletividade, sabe?

Eram várias pessoas ali, cada uma com sua vontade e seu talento, em prol de um único objetivo: a luta das crianças e suas famílias. O que importava não eram mais os problemas e dificuldades – que todos nós temos–, mas sim a vontade de ajudar.

Aí eu fiquei refletindo sobre o que seria de tudo aquilo se não fosse a dedicação de cada um presente. O que seriam daquelas famílias se não existissem essas pessoas tão boas?

Um novo conceito de engajamento social

Uma vez a Helena Cristina, mãe de um dos pacientes do Instituto, me disse uma coisa que nunca vou esquecer, e que resume bem tudo o que tô falando aqui:

Apesar de tudo, estamos em busca do mesmo objetivo e, quando nos unimos, fortalecemos ainda mais a possibilidade de o alcançarmos.”

– Helena Cristina Garcia, mãe do paciente Denilson Garcia.

E isso é muito verdade lá no dia a dia do Instituto Ronald McDonald. Tem desde a galera de recreação até o pessoal de assistência social, os psicólogos, enfermeiros, cabeleireiros… um verdadeiro time!

É aí que a gente vê, né?! São tantas as desculpas, mas também são tantas as formas de ajudar e resolver os problemas – tanto da nossa vida quanto da de quem precisa da gente.

Infelizmente, nem sempre conseguimos tempo para fazermos aquilo que queremos, da maneira como pensamos. Essa rotina cada vez mais agitada pode dificultar bastante as coisas.

Mas também não podemos esquecer de que existem várias maneiras de ajudarmos. Por exemplo, eu não consigo sempre me envolver pessoalmente nos trabalhos com o IRM, mas existem outras partes que formam o todo, o trabalho coletivo.

Então, quando eu não consigo ajudar da maneira como planejei, eu faço uma doação online para o Instituto. E o melhor de tudo é que eu sei que isso faz uma imensa diferença na vida daquelas crianças e suas famílias.

Que tal você ajudar também? Não existe “a melhor maneira” ou “a maneira ideal”, existe a sua vontade de fazer a diferença! O coletivo faz a força e nós podemos ajudar para que cada vez mais essa luta seja possível.

Doe online e comece a fazer a diferença! 

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