Linfomas Não-Hodgkin

Podem ser divididos em dois grandes grupos: linfoma de Hodgkin (que ocorrem em um tipo de célula linfoide conhecido como Reed-Sternberge) e linfoma não-Hodgkin. Estes são mais comuns e podem surgir em outras células do sistema linfático. Os poucos conhecidos fatores de risco para o desenvolvimento de Linfomas Não-Hodgkin são:
(1) Sistema imune comprometido – pessoas com deficiência de imunidade, em consequência de doenças genéticas hereditárias, uso de drogas imunossupressoras e infecção por HIV, têm maior risco de desenvolver linfomas. Pacientes portadores dos vírus Epstein-Barr, HTLV1 e da bactéria Helicobacter pylori (que causa úlceras gástricas), têm risco aumentado para alguns tipos de linfoma.
(2) Exposição Química – esses linfomas também estão ligados à exposição a certos agentes químicos, incluindo pesticidas, solventes e fertilizantes. Herbicidas e inseticidas têm sido relacionados ao surgimento de linfomas em estudos com agricultores e outros grupos de pessoas que se expõem a altos níveis desses agentes químicos. A contaminação da água por nitrato, substância encontrada em fertilizantes, é um exemplo de exposição que parece aumentar os riscos para doença.
(3) Exposição a altas doses de radiação. Os Linfomas Não-Hodgkin são um grupo complexo de quase 40 formas distintas desta doença. Após o diagnóstico, a doença é classificada de acordo com o tipo de linfoma e o estágio em que se encontra, sua extensão. Estas informações são muito importantes para selecionar adequadamente a forma de tratamento do paciente e estimar seu prognóstico.


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