Voluntariado: uma força estratégica para empresas

Voluntariado: uma força estratégica para empresas

Há alguns anos o cenário do trabalho voluntário era restrito às ações religiosas ou iniciativas escolares. Atualmente, essa realidade mudou e a maior parte das ações de voluntariado estão partindo de grandes empresas e companhias multinacionais.

De acordo com o levantamento do Conselho Brasileiro de Voluntariado Empresarial (CBVE), 29,7% das empresas enxergam relevância em contribuir com o desenvolvimento de comunidades próxima.

São números que demonstram uma mudança comportamental na cultura estrutural das empresas. Embora a consolidação de uma imagem diante do mercado seja um ponto de partida, a sinergia entre os interesses das empresas e os benefícios à comunidade tem alcançado novos patamares.

Trabalhar, permanentemente, o conceito de responsabilidade social tem sido usado por equipes de Recursos Humanos como ferramenta de integração. As iniciativas estimulam a participação dos funcionários e consolidam a coletividade entre todos os setores e hierarquias da empresa.

Mas como os empregados enxergam essas atividades sociais?

A boa notícia é que as novas gerações estão cada vez mais abertas para ações que gerem resultados comunitários. Não só aberta, como já enxergam tal postura como um diferencial. A pesquisa “Além do bem”, de 2017, mostrou que 88% dos profissionais acreditam que seu trabalho é mais satisfatório quando são dadas oportunidades de fazer o bem para a comunidade local.

Frente aos apenas 25% dos brasileiros que dizem já ter feito algum trabalho social na vida, as iniciativas empresariais funcionam como agentes mobilizadores potentes. A lógica é simples: ao promover o engajamento de seus funcionários, a empresa corrobora com a ruptura dos seus próprios muros.

Afinal, funcionários são pessoas inseridas em redes de familiares, amigos e vizinhos. Uma corrente de solidariedade que se desenvolve a partir da influência indireta das experiências pessoais dos colaboradores da companhia.

Ou seja, a mudança na conduta interna de grandes empresas tem, em muitos casos, passado pelo bem estar social.

A via é de mão dupla

Permitir um espaço de criatividade e produtividade social gera funcionários mais felizes e produtivos. Portanto, o resultado é uma postura mais engajada, inclusive, com as atividades da empresa. E não para por aí.

O trabalho voluntário reforça o autoconhecimento e as habilidades extraprofissionais. Recurso humano que acaba retornando para a empresa em forma de grandes ideias de negócios.

Em síntese, este intercâmbio de realidades integra a estratégica do marketing social e nutre estruturas permanentes que consolidam o diálogo propositivo das empresas. O lucro? Uma imagem mais afinada com as exigências da nova ordem social, atraindo clientes fidelizados e funcionários embaixadores da marca.

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