Dia dos Pais: uma data para celebrar a presença

Dia dos Pais: uma data para celebrar a presença

Pai, papai, meu velho, paizão, coroa, amigo. 

Diversos nomes para chamar o homem que nos deixa ver o mundo do alto, sobre seus ombros. Aquele que, na infância, nos buscava na escola, nas festas dos amigos, na casa da vovó. Que chegava no fim do dia com uma ideia completamente fora da rotina, e claro, deixava a mamãe louca. Que não sabia muito bem como dizer “eu te amo”, mas demonstrava trazendo chocolate para a sobremesa. Aquele que nem sempre tinha o jeito mais carinhoso ou a cara mais agradável; era bravo e exigente, às vezes desligado e esquecido, mas aquele, que, de um jeito ou de outro, estava ali.

Porque pai, bom… pai é presença.

Domingo, dia 11 de agosto, é o Dia dos Pais. Uma data para lembrar que a paternidade é um presente, um presente vivido e aproveitado na presença.

O desafio do cuidado

Em uma sociedade onde a experiência da paternidade ainda é símbolo de ausência aos filhos, às mães e, até mesmo, aos próprios pais, Paulo Germano, o pai da Pérola, caminha na contramão.

Nas Casas Ronald McDonald de todo o Brasil é comum que os acompanhantes das crianças sejam majoritariamente as mães. Por isso, é ainda mais normal que ao esbarrar com um olhar masculino pela casa seja um misto de estranhamento e orgulho. 

No Rio de Janeiro, a pequena Pérola ainda não sabe, mas ao andar, pequenina, segurando aquele homem pela mão, ela enche de paz o coração de muitos. Ela também não entende que enfrenta um dos maiores desafios da sua vida, mas que ela, tão nova, já recebeu o maior de todos os presentes: um pai de verdade.

O lado B da paternidade

Paulo Germano acompanha sua filha Pérola, diagnosticada com câncer aos três anos de idade. Sua história com a doença começa cedo. Aos oito meses, Pérola apresentava uma série de crises convulsivas que angustiava toda a família e parecia não ter explicação. Infelizmente, ela é só um exemplo da realidade de milhares de crianças pelo país que não recebem o diagnóstico precoce e acabam permitindo que o câncer se desenvolva sem o tratamento adequado. Sua jornada demorou a começar, mas a insistência do pai encontra resposta.  

Mais de dois anos depois, o diagnóstico correto: Pérola estava com um tumor no cérebro. Quer conhecer mais sobre a força da paternidade de Germano e a esperança da cura de Pérola? 

Assista ao vídeo e se prepare para conhecer, aprender e se inspirar com essa família. 

Ah, e antes que nos esqueçamos: um feliz Dia dos Pais ao Germano e a todos os pais que vivenciam este amor todos os dias!

Conheça a história de Paulo Germano e sua filha Pérola.
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