Programa Diagnóstico Precoce: aumentando as chances de cura

Inevitavelmente, falar sobre câncer infantojuvenil no Brasil passa pela história do Instituto Ronald McDonald.

Motivados pela história de luta de uma família, o Instituto trabalha desde 1999 desenvolvendo e coordenando programas que possibilitam o diagnóstico precoce, o encaminhamento adequado, o acolhimento e o atendimento integral de qualidade para os jovens pacientes e seus familiares.

A doença, ainda hoje, é um mistério. Mesmo com inúmeras pesquisas no campo, não se sabe ao certo o porquê do seu desenvolvimento, a causa ou uma metodologia de prevenção. O fato é que, há 30 anos, esta realidade era ainda mais incerta, principalmente ao se falar da incidência em crianças.

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Programa Diagnóstico Precoce: 10 anos trabalhando por resultados efetivos

O Instituto Ronald McDonald trabalha há 19 anos no apoio à luta contra o câncer infantojuvenil. Por meio de quatro programas — Atenção Integral, Casa Ronald McDonald, Espaço da Família Ronald McDonald e Diagnóstico Precoce —, buscamos aumentar as chances de cura das crianças e adolescentes com câncer no Brasil.

Criado em 2008, o Diagnóstico Precoce é determinante na identificação dos sintomas do câncer infantil e juvenil. Hoje, é considerado um dos maiores responsáveis pelos resultados de cura da doença. Se em 1990 uma criança com câncer tinha apenas 15% de chance de cura, atualmente este índice alcança 80% quando diagnosticada precocemente e tratada adequadamente.

Essa questão se torna especialmente relevante quando entendemos que o principal problema do câncer infantojuvenil é o fato de que os sintomas podem muitas vezes ser confundidos com os de doenças comuns como resfriado, alergia ou infecções.

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Saiba mais sobre as causas do câncer infantojuvenil

Por muito tempo associei o câncer a uma doença de adulto, como se sempre fosse resultado de um conjunto de fatores ambientais, genéticos e hábitos não saudáveis que desenvolvemos ao longo da nossa vida.

Foi um choque perceber que essa é apenas parte de uma realidade. Na criança e no adolescente, ele costuma afetar células do sistema sanguíneo e tecidos de sustentação do corpo. Além disso, as causas do câncer são, na maioria das vezes, de origem embrionária.

É aí que encontramos tanto a maior dificuldade quanto a melhor solução. Como crianças estão em fase de crescimento, o desenvolvimento da doença é muito mais rápido e, ao mesmo tempo, mais propenso a bons resultados se diagnosticado precocemente e tratado adequadamente nos centros especializados.

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Hoje, Heloísa tem muitos motivos para comemorar!

Nem sei por onde começar a falar de Heloísa. Ela é tão delicada e tão forte ao mesmo tempo!

Eu sempre soube que nós, adultos, aprendemos com os mais novos tanto quanto eles aprendem com a gente (quem sabe, até mais). Mesmo assim, fiquei surpresa com o quanto Heloísa conseguiu me ensinar sobre força de vontade e resiliência.

Em maio do ano passado, aos 14 anos, Heloísa foi diagnosticada com Linfoma de Hodgkin…
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O Instituto Ronald McDonald e a evolução da oncologia pediátrica no país

O câncer infantojuvenil é um assunto continuamente discutido e analisado, pois mesmo com toda a evolução dos tratamentos com equipamentos de alta tecnologia, profissionais cada vez mais capacitados e grandes descobertas científicas, ainda é uma doença que atinge muitas crianças e adolescentes não só no país, mas em todo o mundo.

O Instituto Ronald McDonald participa ativamente de grandes encontros da área e realiza um trabalho que, há 18 anos, transforma a vida de muitos jovens e seus familiares Brasil afora. Uma luta que não é apenas nossa, mas de todos!

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Pequeno grande Everton, o menino que luta contra o câncer

Semana passada eu acordei com o maior incômodo no olho. Lavei bem meu rosto no banho, joguei um colírio e fui trabalhar. ‘Não há de ser nada demais’, imaginei. 

Na manhã seguinte, o olho estava não só incomodando, mas bem vermelho. ‘Que baita cisco esse deve ter sido’, eu pensava, enquanto combinava uma compressa, mais colírio, e um óculos para disfarçar. 

Quando acordei no terceiro dia, já mal conseguia abri-lo totalmente. Só então decidi ir ao médico, e descobri que o baita cisco era, na verdade, uma baita conjuntivite. 

Longe de mim fazer qualquer tipo de comparação entre a gravidade dessas doenças, mas ao sair do oftalmologista, me lembrei imediatamente do Everton, um menino cuja mãe eu conheci uma vez, durante um dia de voluntariado numa casa de apoio.

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