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    Relevância da causa

    Pelo menos um novo caso de câncer infantojuvenil surge a cada hora no Brasil. Esta é a doença que mais mata crianças e adolescentes em nosso país.

    O câncer em crianças e adolescentes na faixa etária de 01 a 19 anos é considerado raro quando comparado ao câncer em adultos, correspondendo entre 1% e 4% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, de acordo com a publicação Estimativa | 2018 – Incidência de Câncer no Brasil. A análise realizada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) calcula a ocorrência de cerca de 12.500 casos novos de câncer em crianças e adolescentes até os 19 anos. Assim como em países de alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), no Brasil, o câncer representa a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes até 19 anos, perdendo a primeira posição apenas para as causas externas, ou seja, mortes por acidentes, afogamentos, por exemplo.

    A chance média de sobrevivência à doença é estimada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) em 64%. Porém, as chances não são as mesmas em todas as regiões do país. Conforme o levantamento feito pelo Inca, enquanto as chances médias de sobrevivência nas regiões Sul são 75% e na região Sudeste são 70%, nas Região Centro-Oeste, Nordeste e Norte elas são 65%, 60% e 50% respectivamente. Isso significa que a cada 10 crianças em tratamento para a doença no Sul, cerca de sete crianças sobrevivem e três morrem. Na Região Norte, de cada 10 crianças tratadas, cinco morrem. Esses números, porém, também não refletem a realidade brasileira pois se referem apenas às chances de crianças que conseguem chegar ao tratamento. Infelizmente, devido à defasagem de atualização e à imprecisão dos Registros Hospitalares de Câncer como fonte, não se pode afirmar com certeza, mas estima-se que cerca de 30% dos pequenos e jovens pacientes sequer cheguem a ser tratadas a cada ano.

    Um dos principais fatores atribuídos ao diagnóstico tardio da doença se deve ao fato de os sintomas da enfermidade não se diferenciarem dos de outras doenças comuns na infância. Por isso, o conhecimento sobre o câncer é um fator determinante para um diagnóstico seguro e rápido.

    É extremamente importante reconhecer os sinais e sintomas encaminhando a criança precocemente para um diagnóstico e para o tratamento adequado em centros especializados. A capacitação dos profissionais de saúde em diagnóstico precoce de câncer infantojuvenil, campanhas de conscientização sobre sinais e sintomas da doença, além de uma ampla divulgação sobre a doença entre toda a sociedade, são algumas das principais estratégias possíveis para aproximar as famílias da cura. Ações estas que são protagonizadas e impulsionadas pelo Instituto Ronald McDonald em todo o país.

    Desde sua fundação, o Instituto Ronald McDonald mobiliza uma extensa rede de parceiros para o apoio à causa do câncer infantojuvenil e atua em parceria estratégica com instituições fundamentais na definição de diretrizes e estratégias de enfrentamento à enfermidade no país como o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (Sobope) e a Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer (Coniacc). Os recursos arrecadados pelas diversas fontes de recursos do Instituto são destinados ao desenvolvimento e coordenação de programas e o apoio a projetos voltados para a melhoria do atendimento integral ao jovem paciente de câncer e seus familiares, aproximando essas famílias da cura da doença.

     

    Tipos

     

    Médicos e pesquisadores já catalogaram mais de 200 tipos de câncer. Na prática, as células cancerosas podem se instalar em qualquer órgão ou tecido do corpo humano. Na infância e na adolescência, isto não é diferente. No entanto, existem modalidades que incidem com mais frequência entre o público entre 0 e 19 anos.

      • Cânceres mais comuns em crianças e adolescentes
        A cada dois anos o Instituto Nacional de Câncer (Inca), que é a referência no Brasil no tratamento e pesquisa da doença, faz um levantamento sobre as estatísticas desta enfermidade no país. De acordo com os estudos, pode-se afirmar que o câncer pediátrico é raro, pois representa apenas de 1 a 3% de todos os tipos de câncer em qualquer idade, o que é comparável às estatísticas de incidência em países desenvolvidos, cuja população jovem é relativamente menor em relação ao Brasil.
        Ainda assim, as neoplasias são as principais causas de morte por doença na faixa etária de 0 a 19 anos, atrás somente para causas externas, como acidentes. A média de novos casos de câncer diagnosticados por ano entre 2010 e 2014 foi de cerca de 10 mil. Destes, em mais ou menos 24% dos casos, houve óbito.
      • Leucemia
        É um tipo de câncer que afeta a produção dos glóbulos brancos do sangue, os leucócitos, impedindo-os de realizar sua função no sistema imunológico, atuando na defesa do organismo e dificultando a produção de correta das demais células que levam oxigênio e coagulação ao organismo. A Leucemia Linfoide Aguda (LLA) é a mais comum na infância e na adolescência e se apresenta nas células linfoides de forma agressiva à medida que as células malignas se reproduzem rapidamente. Nas leucemias, pela invasão da medula óssea por células anormais, a criança se torna mais sujeita a infecções, pode ficar pálida, ter sangramentos e sentir dores ósseas.

    Sinais e sintomas do câncer

    Muitos pais e mães se perguntam: Como saber se meu filho tem câncer? O primeiro passo é manter visitas periódicas ao médico pediatra. É neste momento que será registrado o histórico médico da criança ou adolescente, assim como as queixas mais frequentes.

    No caso de câncer, saiba que esta é uma doença rara e o mais usual é que não seja câncer, mas doenças mais comuns da infância ou adolescência. No entanto, se for realmente câncer é melhor suspeitar no início. As chances de cura são muito maiores.

    Fique atento a sintomas e sinais que indicam que é necessário acompanhamento especializado. A combinação de dois ou mais indícios mostram que está na hora de procurar especialista.

      • Sintomas gerais:
        • Aumento de abdômen
        • Dores de cabeça (especialmente se incomum, persistente ou grave, com vômitos normalmente pela manhã e piora ao longo dos dias)
        • Sangramentos de nariz e gengiva
        • Tontura (perda de equilíbrio e coordenação)
        • Palidez e hematomas
        • Emagrecimento
        • Febre ou tosse sem causa aparente
        • Alterações oculares como estrabismo , perda visual, hematomas e inchaço ao redor dos olhos
        • Sangramentos anormais
        • Dor generalizada
        • Aumento dos gânglios linfáticos
        • Fadiga ou letargia
        • Dor óssea
        • Caroços ou inchaços

    Sintomas Específicos

    • Sintomas de Leucemia
      • Palidez
      • Fadiga
      • Irritabilidade
      • Sangramentos anormais sem causa definida
      • Febre
      • Dor óssea ou articular generalizada
      • Inchaço no fígado ou no baço
      • Aumento nos gânglios linfáticos
    • Sintomas de Linfoma
      • Aumento dos gânglios linfáticos
      • Perda de peso
      • Suor noturno
      • Sintomas
      • Prurido (coceira na pele)
    • Sintomas de Tumores do Sistema Nervoso Central
      • Dor de cabeça persistente
      • Dor de cabeça associada a vômitos ou despertar do sono
      • Dor de cabeça que aumentam de intensidade ou frequência
      • Vômitos persistentes
      • Hipertensão arterial
      • Crises convulsivas
      • Alterações visuais como estrabismo adquirido e visão dupla
      • Dificuldades para caminhar e quedas frequentes
      • Parada ou regressão das etapas do desenvolvimento neuropsicomotor
      • Dificuldades escolares sem causa definida
      • Alterações do comportamento ou do humor sem causa definida
      • Sonolência
    • Sintomas de Tumores das Massas Abdominais
      • Dor na barriga ou em pontos do abdômen de forma constante ou recorrente
      • Caroços ou massas suspeitas na região abdominal
      • Sangue na urina
      • Palidez
      • Dor generalizada
      • Perda de peso
      • Febre
      • Aumento dos gânglios linfáticos
      • Hematomas
      • Alteração do hábito intestinal (constipação, incontinência fecal)
      • Aumento do volume testicular
    • Sintomas de Tumores Oculares
      • Manchas brancas na pupila
      • Estrabismo
      • Irritação ocular
      • Alterações na visão
      • Olhos saltados
      • Dor de cabeça
      • Vômitos
      • Dor óssea generalizada
    • Sintomas de Tumores Ósseos
      • lcificação ou calosidades nos ossos
      • Formação de calcificação em resposta a pancada ou outro estímulo
    • Sintomas Tumores de Partes Moles
      -Massa, caroços ou lesão com as seguintes características:

      • Maior que dois centímetros
      • Ausência de dor
      • Aumento progressivo
      • Aumentos dos gânglios próximos
      • Aumento do testículo
      • Entupimento nasal com eliminação de sangue
      • Entupimento dos ouvidos com eliminação de anormalidades de pele ou sangue
      • Retenção urinária
      • Secreção vaginal com sangramento
      • Sangue na urina

    Acesse o link Conhecimento e faça o download de guias e livros

    Tratamentos

    O tratamento contra o câncer infantil e juvenil é longo e demanda mudanças na rotina do paciente e da família. Não só pelo afastamento da criança ou do adolescente da escola e de outras atividades, mas também pelas mudanças de hábitos de alimentação, higiene, entre outros no próprio lar.

    Após o câncer diagnosticado, o profissional especialista em oncologia pediátrica será responsável pelo tratamento de jovens e crianças. Este profissional é um médico com formação específica no tratamento de câncer – oncologia, em crianças e adolescentes – pediatria. Ele trabalhará em conjunto com outros profissionais de uma equipe multidisciplinar, que muitas vezes inclui radiologistas, enfermeiros, dentistas, psicólogos, assistentes sociais, entre outros.

    A prescrição do tratamento depende do tipo de câncer, do estágio da doença, do estado físico do paciente, entre outros fatores. Por isso, cada caso é um caso e somente o médico e sua equipe poderão dizer quais serão os próximos passos em um tratamento.

    Radioterapia
    São usadas radiações para destruir um tumor ou impedir que suas células aumentem. Embora seja direcionada ao foco do tumor, também afetam algumas células normais, causando efeitos colaterais. As radiações não são vistas e durante a aplicação o paciente não sente nada. Mas após as seções pode sentir enjoo, vômitos e febre.

    Quimioterapia
    São aplicados medicamentos na veia, podendo também ser ministrado por via oral, intramuscular, subcutânea, na pele ou intratecal (onde flui o líquido que se encontra ao redor da medula espinal). Os medicamentos se misturam com o sangue e são levados a todas as partes do corpo para destruir células doentes, impedindo que elas se espalhem. Assim como na radioterapia, células saudáveis também são atingidas, causando reações como queda de cabelo, vômitos e fraqueza.

    Transplante de Medula Óssea
    Consiste na substituição de uma medula óssea doente ou deficitária por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula. É uma alternativa para leucemias.Em geral, o doador em bom estado de saúde

    Cirurgia de Células Cancerosas
    A remoção do tumor é um tipo frequente de tratamento. Os oncologistas pediátricos e cirurgiões fazem a operação com o objetivo de eliminar o núcleo de células cancerosas. Após a cirurgia, invariavelmente, são utilizadas outras terapias para complementar o tratamento, como a quimioterapia e radioterapia

    Terapias Complementares: cuidados psicológicos e odontológicos
    O acompanhamento psicológico do paciente e da família é um dos pontos mais importantes para o bom andamento do tratamento. Apesar da evolução nos tratamentos médicos e aumento das chances da cura, a notícia de que se tem câncer ainda é recebida com sofrimento, medo e insegurança em qualquer idade. A doença confronta o paciente e seus familiares com a morte e com a dor. Por isso é essencial que haja acompanhamento psicológico para o paciente e seu acompanhante, de forma a melhorar a qualidade de vida durante o tratamento e, principalmente o seu engajamento para a cura da doença. Em geral o Hospital oferece este acompanhamento que é complementado por atividades psicossociais em grupos e casas de apoio.Um dos principais objetivos do tratamento odontológico de pacientes é cuidar do meio bucal de modo a evitar e eliminar quadros que podem piorar a situação do paciente devido à baixa imunidade, como cáries, raízes residuais, inchaços, inflamações, entre outros. Além disso, a mucosite (inflamação das mucosas, inclusive boca e esôfago) é um efeito colateral da quimioterapia e da radioterapia, que impacta a alimentação do paciente, causa dor e pode favorecer infecções oportunidades. Recomenda-se portanto que o dentista faça parte da equipe multidisciplinar de atendimento.

    O QUE NÓS FAZEMOS

    Conheça mais sobre os nossos programas

    IRM Histórias

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      Mariele Costa da Silva

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      A história de Mariele é muito especial, pois ela foi uma das primeiras crianças a usufruir da Casa Ronald McDonald Belém, uma casa de apoio feita com muito carinho para receber pacientes que chegam à capital do Pará para tratamento. Vale lembrar que, segundo dados do Inca (Instituto Nacional d... (Continuar lendo sobre Mariele Costa da Silva)

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      Maria Vitória Gomes Ferreira

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      Maria Vitória tem apenas 11 anos, mas já passou por muita coisa na vida. Quando tinha apenas cinco aninhos foi diagnosticada com um tumor cerebral. Ela teve que mudar radicalmente sua rotina. Saiu do pequeno município de Rio Crespo, em Rondônia, no norte do país, para uma grande cidade com o... (Continuar lendo sobre Maria Vitória Gomes Ferreira)

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      Ítalo Derick Cortez Paes

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      Quem vê um rapaz deste tamanho nem imagina que ele tem apenas 14 anos. O olhar e o sorriso são de um jovem que em breve estará livre do câncer! E olha só: já está até comemorando com o V da Vitória. Ítalo foi diagnosticado com leucemia mieloide aguda em 2017. Ele fez o tratamento lá em... (Continuar lendo sobre Ítalo Derick Cortez Paes)

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      Wenddy Silva

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      Wenddy Silva, natural de Macapá, tem 6 anos e é portadora de Leucemia Linfocítica Aguda. É hóspede da Casa Ronald McDonald em Jahu há seis meses para realização de transplante de medula óssea no Hospital Amaral Carvalho. “Aqui na Casa Ronald McDonald eu adoro brincar na sala de recrea... (Continuar lendo sobre Wenddy Silva)

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      GABRIELE LIMA

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      Gabriele de Lima tem 16 anos e é portadora de Osteosarcoma. Está em tratamento a 5 anos e hospedada na Casa Ronald McDonald ABC a 5 meses. A jovem adora os passeios que realiza na Casa, as atividades de artesanato e a interação com os voluntários. "Gostaria de agradecer a todos os colaboradore... (Continuar lendo sobre GABRIELE LIMA)

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      RICK DEIVID

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      Rick Deivid Ferreira tem 12 anos e é portador de Leucemia. Está em tratamento há 10 meses. Torcedor do Vaso da Gama, Rick sonha em ser jogador de futebol.

      “Nesses 10 meses que eu venho para o hospital sempre fico aqui. No Espa... (Continuar lendo sobre RICK DEIVID)

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      NATALI GOMES

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      Natali Gomes tem 23 anos, é ex-paciente e voluntária na Casa Ronald McDonald Moema na área de visitas. Um dos seus sonhos é ajudar voluntariamente crianças que vivem em orfanatos.

      "Recebi meu diagnóstico de aplasia de medula ... (Continuar lendo sobre NATALI GOMES)

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      JULIA MORENO

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      Julia Moreno tem 8 anos e está em tratamento, por um período indeterminado, contra uma mielodisplasia e glicogenose hepática 1B. Desde novembro de 2014, Julia é hospede da Casa Ronald McDonald Campinas. Para sua Mãe, Milena Pereira, a experiência na Casa Ronald McDonald se resume a um excelen... (Continuar lendo sobre JULIA MORENO)

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      FAMÍLIA AMORIM

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      Emocionante história de uma mulher guerreira, que com muita doçura lutou, batalhou e venceu o câncer da sua filha: uma menina de 7 anos, diagnosticada com câncer aos três. Em 2013, Michele e Renata, mãe e filha, foram as estrelas da campanha McDia Feliz. Para qualquer família, enfrentar um d... (Continuar lendo sobre FAMÍLIA AMORIM)

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      MARIANA BICALHO

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      LAUDINE ROQUE

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      Em julho de 2005, quando a Laudine Roque tinha 13 anos, ela foi diagnosticada com Leucemia. O período principal do tratamento durou cerca de 4 meses no Hemorio. À época, Laudine residia no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, próximo a Casa Ronald McDonald Rio de Janeiro, onde teve oportunidade ... (Continuar lendo sobre LAUDINE ROQUE)

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