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    3 motivos para estar atento aos primeiros sinais do câncer infantil

    Quando diagnosticado precocemente, o câncer infantojuvenil chega a 80% de chance de sucesso. Apesar do Instituto Ronald McDonald estar sempre trabalhando para levar informação aos médicos do sistema público de saúde, os próprios pais podem se atentar para os principais sinais e sintomas da doença e procurar ajuda tanto quanto antes. Leia mais sobre esse assunto abaixo e informe-se amplamente sobre o câncer no post tudo sobre o câncer infantojuvenil.


    A infância é um momento de pura descoberta, fazendo cada dia um infinito de possibilidades. Mesmo que não seja o primeiro filho, mesmo que seja o terceiro, o quarto ou quinto, o brilho no olhar diante de dos aprendizados é sempre mágico. Não só mágico, como diferente, já que as experiências vão construindo uma história totalmente nova de uma pequena pessoa.

    Não é que depois de crescidos essa magia se perca, ela ainda existe, mas os adultos vão se tornando mais sóbrios, sérios e desencantados.

    Já para as crianças, essa alegria vai ganhando ainda mais cor a cada novo passo. A infância vai se fortalecendo nos pequenos detalhes, no desbravamento daquilo que é tão simples e corriqueiro. Por isso é tão fundamental proteger a liberdade de viver e poder sentir tudo isso. Prezar pelo tempo natural de se jogar em todas essas experiências.

    Mas é bem verdade que a infância nem sempre é um oceano cor de rosa. Os desafios da vida, esses que se repetem e se intensificam ao longos dos anos, também são vividos nessa fase. E, em alguns momentos, podem surgir até mesmo de forma brutal.

    Crianças e adolescentes diagnosticadas com câncer passam por momentos desafiadores desde muito cedo. Algumas, de tão pequenas, se acostumam a sonhar desde muito novas em meio a um universo cheio de médicos, remédios e fragilidades.

    É por isso que pais, irmãos, familiares e toda a sociedade deve compreender que esta realidade não escolhe classe social, cor, idade ou gênero. E o diagnóstico precoce é a ferramenta que pode fazer com que ao estar neste caminho, ele possa ter mais o verde da esperança do que o cinza das pedras.

    Estes três motivos te farão ficar ainda mais atento à saúde dos pequenos:

    1. Detectar o câncer infantojuvenil nos primeiros sinais pode mudar o desfecho dessa história

    Muitas pessoas ainda enxergam no câncer um atestado de óbito, mas esse resultado vem mudando devido aos muitos esforços para mudar os números de morte causadas pela doença. O diagnóstico precoce é um deles. As chances de cura chegam até 80% se o caso for identificado nos estágios iniciais.

    2. Grande parte das pessoas não sabem sobre a incidência de câncer na infância ou adolescência

    Justamente por isso, torna-se imprescindível dizer que ela é a primeira causa de morte por doença de crianças e adolescentes no Brasil. E, infelizmente, seus sintomas se confundem com os sintomas de doenças comuns, como resfriado, infecções e machucados.

    A Leucemia, por exemplo, é um dos tipos de câncer mais comum da infância e se parece em muito com outras doenças por causar febre, fadiga, vômito, dores do corpo.

    3. Outra barreira que acaba retardando o início imediato do tratamento é a desinformação das famílias, dos pacientes, mas, sobretudo, dos próprios médicos

    A ausência de estrutura e a falta de informação de qualidade levam muito profissionais a confundir os sintomas e não dar a devida atenção para as manifestações da doença.

    Por isso, o Programa Diagnóstico Precoce é tão importante, pois age capacitando profissionais de saúde de todo o país para desconfiarem desde o início e encaminhar para o melhor tratamento.

    Em contrapartida, cabe aos pais observarem seus filhos constantemente, e, diante de uma situação de enfermidade, buscar sempre uma segunda opinião de médicos e especialistas.

    Dessa forma, mesmo que o câncer venha fazer parte da história de uma família, com o diagnóstico precoce as chances são muito maiores de ser apenas mais uma fase de muito aprendizado na infância.

    Quer saber mais? Saiba mais sobre o setembro dourado, um mês inteirinho dedicado à conscientização do diagnóstico precoce do câncer infantil e juvenil.

    Leia mais no blog

    IRM Histórias

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      Mariele Costa da Silva

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      A história de Mariele é muito especial, pois ela foi uma das primeiras crianças a usufruir da Casa Ronald McDonald Belém, uma casa de apoio feita com muito carinho para receber pacientes que chegam à capital do Pará para tratamento. Vale lembrar que, segundo dados do Inca (Instituto Nacional d... (Continuar lendo sobre Mariele Costa da Silva)

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      Maria Vitória Gomes Ferreira

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      Maria Vitória tem apenas 11 anos, mas já passou por muita coisa na vida. Quando tinha apenas cinco aninhos foi diagnosticada com um tumor cerebral. Ela teve que mudar radicalmente sua rotina. Saiu do pequeno município de Rio Crespo, em Rondônia, no norte do país, para uma grande cidade com o... (Continuar lendo sobre Maria Vitória Gomes Ferreira)

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      Wenddy Silva, natural de Macapá, tem 6 anos e é portadora de Leucemia Linfocítica Aguda. É hóspede da Casa Ronald McDonald em Jahu há seis meses para realização de transplante de medula óssea no Hospital Amaral Carvalho. “Aqui na Casa Ronald McDonald eu adoro brincar na sala de recrea... (Continuar lendo sobre Wenddy Silva)

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      GABRIELE LIMA

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      Gabriele de Lima tem 16 anos e é portadora de Osteosarcoma. Está em tratamento a 5 anos e hospedada na Casa Ronald McDonald ABC a 5 meses. A jovem adora os passeios que realiza na Casa, as atividades de artesanato e a interação com os voluntários. "Gostaria de agradecer a todos os colaboradore... (Continuar lendo sobre GABRIELE LIMA)

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      RICK DEIVID

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      Rick Deivid Ferreira tem 12 anos e é portador de Leucemia. Está em tratamento há 10 meses. Torcedor do Vaso da Gama, Rick sonha em ser jogador de futebol.

      “Nesses 10 meses que eu venho para o hospital sempre fico aqui. No Espa... (Continuar lendo sobre RICK DEIVID)

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      NATALI GOMES

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      Natali Gomes tem 23 anos, é ex-paciente e voluntária na Casa Ronald McDonald Moema na área de visitas. Um dos seus sonhos é ajudar voluntariamente crianças que vivem em orfanatos.

      "Recebi meu diagnóstico de aplasia de medula ... (Continuar lendo sobre NATALI GOMES)

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      JULIA MORENO

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      Julia Moreno tem 8 anos e está em tratamento, por um período indeterminado, contra uma mielodisplasia e glicogenose hepática 1B. Desde novembro de 2014, Julia é hospede da Casa Ronald McDonald Campinas. Para sua Mãe, Milena Pereira, a experiência na Casa Ronald McDonald se resume a um excelen... (Continuar lendo sobre JULIA MORENO)

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      FAMÍLIA AMORIM

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      Emocionante história de uma mulher guerreira, que com muita doçura lutou, batalhou e venceu o câncer da sua filha: uma menina de 7 anos, diagnosticada com câncer aos três. Em 2013, Michele e Renata, mãe e filha, foram as estrelas da campanha McDia Feliz. Para qualquer família, enfrentar um d... (Continuar lendo sobre FAMÍLIA AMORIM)

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      A história da Família Neves começou com a história de uma família comum: pai, mãe e dois filhos que viviam no bairro da Tijuca e levavam uma vida tradicional. Trabalho, escola, lazer no Tijuca Tênis Clube e futebol com a torcida pelo Vasco da Gama. Mas esta história começou a tomar um novo ... (Continuar lendo sobre FAMÍLIA NEVES)

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      MARIANA BICALHO

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      LAUDINE ROQUE

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      Em julho de 2005, quando a Laudine Roque tinha 13 anos, ela foi diagnosticada com Leucemia. O período principal do tratamento durou cerca de 4 meses no Hemorio. À época, Laudine residia no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, próximo a Casa Ronald McDonald Rio de Janeiro, onde teve oportunidade ... (Continuar lendo sobre LAUDINE ROQUE)

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