close.png

Newsletter SignUp

Inscreva-se no nosso eNewsletter para ler histórias inspiradoras de nossas famílias e aprenda como seu apoio ajuda as crianças a se curarem.

  •  
  • Erro

    Não foi possível recuperar seus dados devido a um erro.

  • close.png thank_you.png
    OBRIGADO POR INSCREVER-SE

    Estamos muito satisfeitos por você ter decidido se juntar à nossa família. Hoje, você se juntou a um movimento global que permite que as famílias se concentrem no que é mais importante - o filho doente - enquanto cuidamos do resto!

    Seus amigos na Ronald McDonald House Charities
     

    Artigo! O amor que ultrapassa o distanciamento: voluntariado em tempos de pandemia

     

     

     

    Helen Pedroso

    No mês de agosto é celebrado o Dia Nacional do Voluntariado, e nesse ano, a data tem um sentido diferente. Com o novo contexto da pandemia com a COVID-19, uma onda de incertezas e mudanças nos hábitos e na rotina da sociedade pairam sob o mundo. Mas uma coisa sabemos, o amor ultrapassa o distanciamento.

    Devido ao impacto na saúde e na economia, campanhas de arrecadação que dependem de público presencial foram afetadas. Além disso, empresas de diversos segmentos, nacionais e multinacionais, estão sendo atingidas, apresentando perda significativa de recursos. O contexto é incerto sobre como será a evolução do coronavírus no Brasil e quanto tempo será necessário para superar esta situação.

    Com novo cenário, a sociedade parece estar descobrindo seu papel também dentro dessa transformação do mundo e cada um de nós está revendo seu posicionamento como agente ativo na mudança do nosso planeta, deixando todos mais sensíveis e engajados. As ONGS estão ganhando outra conotação dentro da sociedade e sendo vistas como um pilar vital para e transformação social. Vivemos um tempo de dilemas e incertezas. Mas como continuar atividades de voluntariado em meio ao distanciamento?

    Novo momento do voluntariado!

    É importante lembrar que o trabalho voluntário é estratégico para a maioria das organizações sociais. Muitos voluntários atuam em todas as áreas, na governança (Conselhos), na operação de projetos e programas e tem papel estratégico na captação de recursos realizando eventos e campanhas. No entanto, por conta do isolamento social, a maioria dos programas de voluntariado presencial foram paralisados, entendendo que esse é momento de se evitar a circulação para diminuirmos os riscos de contágio e impedir a sobrecarga do sistema de saúde.

    Outro ponto importante, a maioria dos voluntários no Brasil estão acima de 60 anos, e por isso estão no grupo de risco para o Covid-19. Do dia para noite as nossas organizações tiveram que se reinventar e buscar alternativas para a atuação destes voluntários.

    Com isso observamos o aceleramento de diversos projetos de inovação e tecnologia, processos que levariam ainda muitos anos para acontecer, tiveram que acontecer em poucas semanas. E assim surgiu a atuação “virtual” dos voluntários, que acredito ser um caminho sem volta.

    Um exemplo dessa adaptação foi o Instituto Ronald McDonald, que há 21 anos aproxima famílias da cura do câncer infantojuvenil, doença que mais mata na faixa etária de 1 a 19 anos no Brasil, segundo o Inca. Nossas crianças e adolescentes possuem imunidade baixa, estão no grupo de risco da COVID-19, e não podem parar o tratamento oncológico. Por isso, buscamos a cada dia reforçar o nosso propósito com revisão, reflexão e correção de rotas diária. Por isso, multiplicamos as formas de manter e alcançar os recursos e passamos a adotar medidas altamente restritivas, com processos de higiene ainda mais rígidos e evitando qualquer contato externo.

    Essa rotina rígida de higiene aumentou a quantidade de produtos usados para assepsia, luvas, máscaras, álcool, entre outros, para todos os hospitais, casas de apoio e Casas Ronald, elevando os custos operacionais. Muitas vezes, as famílias que estão em distância social em nossas Casas (restritas aos seus quartos) não podem retornar às suas cidades de origem devido à falta de transporte, restrições do governo local e para evitar riscos de contaminação; portanto, precisamos manter e nos preocupar com essas famílias e mantê-las em um ambiente seguro.

    Por isso, em abril, transformamos a campanha de arrecadação Sorte Acelerada em uma ação digital via e-commerce. A ação é uma parceria do Instituto Ronald McDonald com Hyundai Motor Brasil, com venda de cupons a R$ 10,00 para sorteio de um carro HB20 Nova Geração, que será realizado dia 09 de setembro pela Loteria Federal. Além de concorrer a chance de ganhar um carro zero, ao adquirir um cupom o participante ajudará 31 instituições parcerias do Instituto Ronald McDonald que atuam com oncologia pediátrica no país. Para adquirir o cupom e concorrer ao prêmio, basta acessar www.sorteacelerada.org.br .

    E nossos voluntários estão participando ativamente dessa arrecadação, mesmo à distância. Como forma de incentivar a compra de cupons e doação, times de voluntários de instituições participantes estão impulsionando a divulgação das campanhas de arrecadação através das mídias digitais, grupo de amigos e conhecidos das regiões. Espalhando o amor mesmo no distanciamento!

    É o caso também da campanha McDia Feliz, uma das maiores campanhas de arrecadação de recursos em prol de crianças e adolescentes no Brasil, que acontece, neste ano, no dia 21 de novembro. A edição 2020 da campanha será marcada pelo uso de recursos digitais e iniciativas que permitam a adesão e participação da campanha respeitando o distanciamento social, entre outras medidas de proteção, além de contar com ações para interação e engajamento no ambiente online. Será uma reinvenção para o voluntariado.

    Precisamos mais do que nunca nos unir e nos ajudar nesse momento. Acredito que o voluntariado no futuro nunca mais será o mesmo. Teremos um novo universo digital a nossa disposição, podendo assim ampliar muito o campo para voluntários que querem ajudar mas tem dificuldades de mobilidade por falta de tempo ou qualquer outra impossibilidade.

    Helen Pedroso é Diretora Executiva do Instituto Ronald McDonald

    Leia mais no blog

    IRM Histórias

    • overlay

      Mariele Costa da Silva

      X

      A história de Mariele é muito especial, pois ela foi uma das primeiras crianças a usufruir da Casa Ronald McDonald Belém, uma casa de apoio feita com muito carinho para receber pacientes que chegam à capital do Pará para tratamento. Vale lembrar que, segundo dados do Inca (Instituto Nacional d... (Continuar lendo sobre Mariele Costa da Silva)

    • overlay

      Maria Vitória Gomes Ferreira

      X

      Maria Vitória tem apenas 11 anos, mas já passou por muita coisa na vida. Quando tinha apenas cinco aninhos foi diagnosticada com um tumor cerebral. Ela teve que mudar radicalmente sua rotina. Saiu do pequeno município de Rio Crespo, em Rondônia, no norte do país, para uma grande cidade com o... (Continuar lendo sobre Maria Vitória Gomes Ferreira)

    • overlay

      Ítalo Derick Cortez Paes

      X

      Quem vê um rapaz deste tamanho nem imagina que ele tem apenas 14 anos. O olhar e o sorriso são de um jovem que em breve estará livre do câncer! E olha só: já está até comemorando com o V da Vitória. Ítalo foi diagnosticado com leucemia mieloide aguda em 2017. Ele fez o tratamento lá em... (Continuar lendo sobre Ítalo Derick Cortez Paes)

    • overlay

      Wenddy Silva

      X

      Wenddy Silva, natural de Macapá, tem 6 anos e é portadora de Leucemia Linfocítica Aguda. É hóspede da Casa Ronald McDonald em Jahu há seis meses para realização de transplante de medula óssea no Hospital Amaral Carvalho. “Aqui na Casa Ronald McDonald eu adoro brincar na sala de recrea... (Continuar lendo sobre Wenddy Silva)

    • overlay

      GABRIELE LIMA

      X

      Gabriele de Lima tem 16 anos e é portadora de Osteosarcoma. Está em tratamento a 5 anos e hospedada na Casa Ronald McDonald ABC a 5 meses. A jovem adora os passeios que realiza na Casa, as atividades de artesanato e a interação com os voluntários. "Gostaria de agradecer a todos os colaboradore... (Continuar lendo sobre GABRIELE LIMA)

    • overlay

      RICK DEIVID

      X

      Rick Deivid Ferreira tem 12 anos e é portador de Leucemia. Está em tratamento há 10 meses. Torcedor do Vaso da Gama, Rick sonha em ser jogador de futebol.

      “Nesses 10 meses que eu venho para o hospital sempre fico aqui. No Espa... (Continuar lendo sobre RICK DEIVID)

    • overlay

      NATALI GOMES

      X

      Natali Gomes tem 23 anos, é ex-paciente e voluntária na Casa Ronald McDonald Moema na área de visitas. Um dos seus sonhos é ajudar voluntariamente crianças que vivem em orfanatos.

      "Recebi meu diagnóstico de aplasia de medula ... (Continuar lendo sobre NATALI GOMES)

    • overlay

      JULIA MORENO

      X

      Julia Moreno tem 8 anos e está em tratamento, por um período indeterminado, contra uma mielodisplasia e glicogenose hepática 1B. Desde novembro de 2014, Julia é hospede da Casa Ronald McDonald Campinas. Para sua Mãe, Milena Pereira, a experiência na Casa Ronald McDonald se resume a um excelen... (Continuar lendo sobre JULIA MORENO)

    • overlay

      FAMÍLIA AMORIM

      X

      Emocionante história de uma mulher guerreira, que com muita doçura lutou, batalhou e venceu o câncer da sua filha: uma menina de 7 anos, diagnosticada com câncer aos três. Em 2013, Michele e Renata, mãe e filha, foram as estrelas da campanha McDia Feliz. Para qualquer família, enfrentar um d... (Continuar lendo sobre FAMÍLIA AMORIM)

    • overlay

      FAMÍLIA NEVES

      X

      A história da Família Neves começou com a história de uma família comum: pai, mãe e dois filhos que viviam no bairro da Tijuca e levavam uma vida tradicional. Trabalho, escola, lazer no Tijuca Tênis Clube e futebol com a torcida pelo Vasco da Gama. Mas esta história começou a tomar um novo ... (Continuar lendo sobre FAMÍLIA NEVES)

    • overlay

      MARIANA BICALHO

      X

      Mariana Bicalho, hoje com 7 anos de idade, se recuperou totalmente após um ano e meio de tratamento contra um câncer renal. Moradora da cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Em 2010, quando tinha apenas dois anos de idade, Mariana desenvolveu um nefroblastoma, q... (Continuar lendo sobre MARIANA BICALHO)

    • overlay

      LAUDINE ROQUE

      X

      Em julho de 2005, quando a Laudine Roque tinha 13 anos, ela foi diagnosticada com Leucemia. O período principal do tratamento durou cerca de 4 meses no Hemorio. À época, Laudine residia no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, próximo a Casa Ronald McDonald Rio de Janeiro, onde teve oportunidade ... (Continuar lendo sobre LAUDINE ROQUE)

    Conheça as

    Famílias

    FIQUE POR DENTRO DAS NOVIDADES

    Inscreva-se para receber todas as atualizações do Instituto Ronald McDonald