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    Seus amigos na Ronald McDonald House Charities
     

    5 benefícios de se ter um diário

    Todo mundo tem um segredo, um sentimento só seu ou um pensamento que martela na cabeça e não sai. Às vezes não sabemos bem como e para quem falar… Ter um diário pode solucionar aflições como essas e trazer melhorias para sua rotina, além de ajudar no autoconhecimento. Quer ver?

    Você sabia que escritores famosos mantinham extensos diários em que refletiam sobre a vida, os amores, as dores e que, depois, essas páginas viraram livros famosos?

    O escritor português, José Saramago, teve alguns dos seus diários publicados. Nos cadernos, ele escrevia episódios da sua vida cotidiana e suas aventuras criativas mais pessoais. Em vida, declarou que sentia necessidade de dar pequenos passos que poderiam não ser bem recebidos pela crítica, mas, no diário, ele poderia ser quem quisesse.

    capa dos três primeiros volumes de "Cadernos de Lanzarote"

    Já uma história marcante, que revelou as crueldades da Segunda Guerra Mundial ao mundo, veio nas palavras escritas por uma menina de 13 anos. O diário de Anne Frank foi publicado em mais de 60 países e traduzido em mais de 70 idiomas. Os relatos cotidianos de uma vida em fuga virou um símbolo na defesa dos direitos humanos.

    Foto do livro "O diário de Anne Frank"

     

    Existem bons motivos para colocar em um diário o que aperta no coração

    Quando você escreve o que sente é mais fácil ser sincero (de verdade), porque existe a segurança de não estar sendo julgado por ninguém. Com o tempo, é possível identificar padrões nas atitudes e pensamentos que dizem muito sobre você. Quando isto está apenas na memória, os fatos se misturam e se apagam, fazendo ficar mais difícil perceber como lidamos com as alegrias e as tristezas.

    A neurociência explica que o aprendizado acontece em diferentes partes do nosso cérebro a partir de estímulos que damos a ele. Quando usamos nossos sentidos para, ver, ouvir, sentir, um aprendizado, mais fácil será a memorização e mais rápido se transformará em um aprendizado sólido e organizado. Escrever é colocar no papel todas as informações e olhar para elas. Isso nos permite enxergar coisas que passavam despercebidas e podem ser a chave de toda a questão.

    Ao registrar nosso dia a dia, passamos a dar valor para conquistas diárias que passam despercebidas. Quando você expõe uma experiência, mesmo que seja em um papel, você a compreende melhor e consegue extrair seu lado bom. Ao fazer isso você ganha vitalidade para encarar novos desafios. Pode até ser pequeno, mas nossa mente entende como mais uma meta alcançada, substituindo a euforia da vitória pela a esperança de somar outras.

    Escrever todos os dias, mesmo que pouquinho, nos permite enxergar nosso dia a dia com menos tédio. E, ainda, o hábito da escrita nos permite sair dos limites materiais da vida. Quando escrevemos, podemos nos aventurar por sonhos e desejos que no mundo real parecem estranhos. Experimente deixar seu pensamento fluir, apenas deixe-o voar e permita a criatividade se concretizar no papel.

    Escrever com frequência desperta diversos benefícios, inclusive, para a saúde. De acordo com o estudo da Universidade de Iowa, os indivíduos analisados que escreveram sobre acontecimentos traumáticos e situações de profunda tristeza durante 15 a 20 minutos, de três a cinco vezes por semana, conseguiram superar com maior facilidade esses acontecimentos. As pesquisas tiveram resultados ainda melhores com pessoas com câncer.

    Além do tradicional papel e caneta, você também pode experimentar um blog ou, até mesmo, o Day One Journal, um aplicativo gratuito que deu cara nova ao velho diário.

    Que tal começar agora mesmo o seu? Assim, você ainda incentiva os seus filhos a começar com você enquanto decide outra estratégia para promover o bem-estar do seu pequeno.

    Leia mais no blog

    IRM Histórias

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      Mariele Costa da Silva

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      A história de Mariele é muito especial, pois ela foi uma das primeiras crianças a usufruir da Casa Ronald McDonald Belém, uma casa de apoio feita com muito carinho para receber pacientes que chegam à capital do Pará para tratamento. Vale lembrar que, segundo dados do Inca (Instituto Nacional d... (Continuar lendo sobre Mariele Costa da Silva)

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      Maria Vitória Gomes Ferreira

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      Maria Vitória tem apenas 11 anos, mas já passou por muita coisa na vida. Quando tinha apenas cinco aninhos foi diagnosticada com um tumor cerebral. Ela teve que mudar radicalmente sua rotina. Saiu do pequeno município de Rio Crespo, em Rondônia, no norte do país, para uma grande cidade com o... (Continuar lendo sobre Maria Vitória Gomes Ferreira)

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      Ítalo Derick Cortez Paes

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      Quem vê um rapaz deste tamanho nem imagina que ele tem apenas 14 anos. O olhar e o sorriso são de um jovem que em breve estará livre do câncer! E olha só: já está até comemorando com o V da Vitória. Ítalo foi diagnosticado com leucemia mieloide aguda em 2017. Ele fez o tratamento lá em... (Continuar lendo sobre Ítalo Derick Cortez Paes)

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      Wenddy Silva

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      Wenddy Silva, natural de Macapá, tem 6 anos e é portadora de Leucemia Linfocítica Aguda. É hóspede da Casa Ronald McDonald em Jahu há seis meses para realização de transplante de medula óssea no Hospital Amaral Carvalho. “Aqui na Casa Ronald McDonald eu adoro brincar na sala de recrea... (Continuar lendo sobre Wenddy Silva)

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      GABRIELE LIMA

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      Gabriele de Lima tem 16 anos e é portadora de Osteosarcoma. Está em tratamento a 5 anos e hospedada na Casa Ronald McDonald ABC a 5 meses. A jovem adora os passeios que realiza na Casa, as atividades de artesanato e a interação com os voluntários. "Gostaria de agradecer a todos os colaboradore... (Continuar lendo sobre GABRIELE LIMA)

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      RICK DEIVID

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      Rick Deivid Ferreira tem 12 anos e é portador de Leucemia. Está em tratamento há 10 meses. Torcedor do Vaso da Gama, Rick sonha em ser jogador de futebol.

      “Nesses 10 meses que eu venho para o hospital sempre fico aqui. No Espa... (Continuar lendo sobre RICK DEIVID)

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      NATALI GOMES

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      Natali Gomes tem 23 anos, é ex-paciente e voluntária na Casa Ronald McDonald Moema na área de visitas. Um dos seus sonhos é ajudar voluntariamente crianças que vivem em orfanatos.

      "Recebi meu diagnóstico de aplasia de medula ... (Continuar lendo sobre NATALI GOMES)

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      JULIA MORENO

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      Julia Moreno tem 8 anos e está em tratamento, por um período indeterminado, contra uma mielodisplasia e glicogenose hepática 1B. Desde novembro de 2014, Julia é hospede da Casa Ronald McDonald Campinas. Para sua Mãe, Milena Pereira, a experiência na Casa Ronald McDonald se resume a um excelen... (Continuar lendo sobre JULIA MORENO)

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      FAMÍLIA AMORIM

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      Emocionante história de uma mulher guerreira, que com muita doçura lutou, batalhou e venceu o câncer da sua filha: uma menina de 7 anos, diagnosticada com câncer aos três. Em 2013, Michele e Renata, mãe e filha, foram as estrelas da campanha McDia Feliz. Para qualquer família, enfrentar um d... (Continuar lendo sobre FAMÍLIA AMORIM)

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      FAMÍLIA NEVES

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      A história da Família Neves começou com a história de uma família comum: pai, mãe e dois filhos que viviam no bairro da Tijuca e levavam uma vida tradicional. Trabalho, escola, lazer no Tijuca Tênis Clube e futebol com a torcida pelo Vasco da Gama. Mas esta história começou a tomar um novo ... (Continuar lendo sobre FAMÍLIA NEVES)

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      MARIANA BICALHO

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      Mariana Bicalho, hoje com 7 anos de idade, se recuperou totalmente após um ano e meio de tratamento contra um câncer renal. Moradora da cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Em 2010, quando tinha apenas dois anos de idade, Mariana desenvolveu um nefroblastoma, q... (Continuar lendo sobre MARIANA BICALHO)

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      LAUDINE ROQUE

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      Em julho de 2005, quando a Laudine Roque tinha 13 anos, ela foi diagnosticada com Leucemia. O período principal do tratamento durou cerca de 4 meses no Hemorio. À época, Laudine residia no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, próximo a Casa Ronald McDonald Rio de Janeiro, onde teve oportunidade ... (Continuar lendo sobre LAUDINE ROQUE)

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