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    Inteligência Emocional como ferramenta de esperança

    Aprender a lidar com os próprios sentimentos não é algo que vem “de fábrica”. Muito pelo contrário, entre erros e acertos vamos aprendendo a controlar e, sobretudo, a aproveitá-los em nosso crescimento pessoal. O progresso que damos rumo a este aprendizado é conhecido como Inteligência Emocional.


    Em geral, ele começa a se desenvolver depois de alguma situação da vida que desperta fortes sentimentos. Crianças e adolescentes costumam enfrentar esse momento durante a fase escolar. O convívio com os colegas, as provas, os trabalhos em grupo ou a volta às aulas são exemplos de obstáculos e vitórias que experimentam.

    Seja na chegada em um colégio novo ou na volta às aulas, algumas sensações se fazem presentes; a ansiedade e a expectativa são algumas delas. O reencontro com os amigos, as novas matérias e os novos desafios de aprendizagem geram sentimentos que mexem com o imaginário.

    No entanto, nem sempre as coisas saem como esperado. É este resultado que requer cuidado e atenção.

    Inteligência Racional x Inteligência Emocional: aprendendo a equilibrar

    Não existe uma idade certa ou ideal para a inteligência emocional começar a ser aprendida. É importante entender que essa experiência não é como aprender a andar, comer ou falar um novo idioma; ela amadurece com o tempo, com as vivências e experiências de cada um.

    Um adolescente com câncer pode, durante o tratamento, viver uma explosão de sentimentos. Sejam eles o medo e a raiva ao saber da doença, a dor da perda ao ver companheiros de luta partindo e até mesmo a alegria e o orgulho pela notícia da cura.

    A montanha russa sentimental de um processo tão intenso quanto o tratamento do câncer pode gerar, especialmente para uma pessoa tão jovem, a compreensão sobre os próprios sentimentos que alguém com 50 anos ainda não aprendeu…

    Cada um tem sua própria vivência e aprende coisas diferentes com ela

    Estes tantos desafios naturais ao amadurecimento das crianças e adolescentes é duplamente afetado quando câncer é uma realidade. O emocional influencia toda sua vida: família, amigos, escola, namoro, sonhos.

    Neste cenário, o projeto Escola Móvel do GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e Criança com Câncer) cumpre um papel muito importante. Ele não atua apenas na manutenção do estudos durante o tratamento, mas dá-lhe a sensação de que existe uma vida que precisa ser mantida, afinal, a cura virá e será preciso seguir.

    Amália Covic, coordenadora do projeto, fala como cada professor cumpre o papel de amigo e apoiador nesse período:

    “Por isso damos aulas individuais, porque antes de tudo o professor percebe como está o emocional daquele aluno específico, para só então pensar qual didática aplicar, se vai tradicional, uma conversas, jogos, filmes… tudo pensado para se adaptar à realidade do paciente.”

    São percepções simples como essas que estimulam a luta, que dão forças e desenvolvem a inteligência emocional. Cada apoio no processo ajuda a inundar o coração de esperança para que todo paciente possa seguir em frente confiante em si e no seu futuro.

    Agora que você já leu sobre os desafios dos pequenos guerreiros que enfrentam essa luta, que tal conhecer a campanha do Setembro Dourado no nosso blog ou se informar mais sobre o bem-estar de crianças e adolescentes com câncer? Ela conscientiza milhares de pessoas sobre a importância do diagnóstico precoce para a redução do número de morte por câncer infanto juvenil.

    Leia mais no blog

    IRM Histórias

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      Mariele Costa da Silva

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      A história de Mariele é muito especial, pois ela foi uma das primeiras crianças a usufruir da Casa Ronald McDonald Belém, uma casa de apoio feita com muito carinho para receber pacientes que chegam à capital do Pará para tratamento. Vale lembrar que, segundo dados do Inca (Instituto Nacional d... (Continuar lendo sobre Mariele Costa da Silva)

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      JULIA FARIA

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      Em 2008, Julia Moreno Faria, hoje com 13 anos (2021), foi diagnosticada com glicogenose hepática 1B. Em 2014, um novo diagnóstico: mielodisplasia. Julia, apesar de ser nascida no Rio de Janeiro, é hospede da Casa Ronald McDonald Campinas, no interior de São Paulo, e ainda continua seu tratamento... (Continuar lendo sobre JULIA FARIA)

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      FAMÍLIA NEVES

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      A história da Família Neves começou com a história de uma família comum: pai, mãe e dois filhos que viviam no bairro da Tijuca e levavam uma vida tradicional. Trabalho, escola, lazer no Tijuca Tênis Clube e futebol com a torcida pelo Vasco da Gama. Mas esta história começou a tomar um novo ... (Continuar lendo sobre FAMÍLIA NEVES)

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      Maria Vitória Gomes Ferreira

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      Maria Vitória tem apenas 11 anos, mas já passou por muita coisa na vida. Quando tinha apenas cinco aninhos foi diagnosticada com um tumor cerebral. Ela teve que mudar radicalmente sua rotina. Saiu do pequeno município de Rio Crespo, em Rondônia, no norte do país, para uma grande cidade com o... (Continuar lendo sobre Maria Vitória Gomes Ferreira)

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      JUAN YURE

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      Da cidade de Fortaleza, no Ceará, Juan Yure Carneiro das Chagas, com apenas 12 anos (2021), já enfrentou obstáculos que poderiam desestruturar qualquer pessoa adulta. Depois de uma inocente brincadeira entre amigos, Juan, ainda com seis anos, descobriu uma alteração no osso femoral. A partir de... (Continuar lendo sobre JUAN YURE)

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      MACISTER JUSTINO

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      Aos 17 anos, com um caderno de desenhos e lápis de cor nas mãos, Macister Junior Justino chegou na Casa Ronald McDonald Campinas, umas das sete unidades do Programa Casa Ronald McDonald em operação no Brasil. O jovem foi diagnosticado com Linfoma de Hodgkin – um câncer no sistema linfático -... (Continuar lendo sobre MACISTER JUSTINO)

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      HELOISA GEMELLI

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      Em maio de 2017, aos 14 anos, Heloisa Gemelli, de Cascavel, no Paraná, foi diagnosticada com Linfoma de Hodgkin. Seu pai, Alessandro, médico, já havia sido capacitado pelo Programa Diagnóstico Precoce do Instituto Ronald McDonald (o Programa, em 10 anos, já capacitou mais de 26 mil profissionai... (Continuar lendo sobre HELOISA GEMELLI)

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      OSCAR E ANA BEATRIZ

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      Ana Beatriz, 19, andava inquieta pelos corredores do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, em Belém - PA. Ela não gostava de ficar muito tempo no quarto. Internada para fazer exames relacionados ao Teratoma de Ovário, em 2017, quando conheceu a Vilma, que estava com o filho internado. Ele,... (Continuar lendo sobre OSCAR E ANA BEATRIZ)

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      JUAN CARLOS

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      Em 2011, aos 10 anos, Juan Carlos de Araújo Moreira foi diagnosticado com câncer: 10 tumores malignos e uma metástase no pulmão. Hoje, aos 18 anos, ele está curado, é estudante de técnico de informática, está no seu primeiro emprego e tem o sonho de estudar fora do país. Juan mora em Campo... (Continuar lendo sobre JUAN CARLOS)

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      Vicente e Antônio

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      "Eu falo para todo mundo que meu filho foi muito bem recebido na Casa Ronald McDonald Belém. É um lugar muito organizado, que nos recebeu de braços abertos. Estou muito feliz de estar aqui com ele". O relato emocionado é do Vicente Nascimento, pai do Antônio Márcio Nascimento, de 13 anos, q... (Continuar lendo sobre Vicente e Antônio)

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