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    Seus amigos na Ronald McDonald House Charities
     

    3 dicas para escolher uma instituição de confiança para doar

    A vontade de ajudar o próximo existe dentro de todos nós, mas nem sempre ela tem força o suficiente para se transformar em ação. Faz pouco tempo, descobri que isso se deve muito mais ao nosso desconhecimento sobre como e para quem doar, do que falta de tempo ou de recursos financeiros.

    Nós precisamos entender que doação é coisa séria – um equilíbrio entre razão e emoção. Já parou para pensar nisso?

    Quando comecei a buscar mais informação sobre a questão, me dei conta de que a solidariedade não se resume a atitudes pontuais, isoladas, mas é capaz, realmente, de melhorar nossa sociedade.

    Gera emprego, mobiliza e motiva pessoas, faz projetos saírem do papel, leva dignidade e afeto a quem precisa.

    E não é isso que queremos? Um futuro melhor para nossos filhos e netos? Um lugar de oportunidade, onde todos vivam bem?

    A caridade pode passar a fazer parte da nossa rotina de um jeito diferente. Devemos compreender que, sendo criteriosos e “profissionais” ao exercê-la é que a coisa faz mais sentido e tem mais resultado.

    Neste post, quero compartilhar com você algumas dicas para dar força e direção a sua vontade de fazer diferença na vida do outro.

    Divido, aqui, o caminho que percorri até encontrar a instituição compatível comigo, meus valores e minha expectativa de futuro, por onde exerço boa parte da minha cidadania.

    Afinidade e empatia

    Antes de me tornar doadora do Instituto Ronald McDonald, li muito sobre os principais problemas que nosso país enfrenta na atualidade – e não são poucos, você sabe.

    Também conversei com quem já tinha passado por esse processo de descoberta. Vizinhos são ótimos nessas horas!

    Precisava de um filtro: política, educação, meio-ambiente, saúde, cultura, direitos humanos? Desse espectro, em qual eu acredito que minha ajuda é mais necessária e pode ser melhor aproveitada?

    Durante minha pesquisa, descobri que o câncer infantojuvenil é a doença que mais mata crianças e adolescentes de 1 a 19 anos.

    Foi quando decidi pela área da saúde e, então, fiz um levantamento das instituições que nela atuavam.

    Nessa primeira fase, foi importante ficar atenta às referências da minha própria vida: tenho médico na família e sempre soube que as dificuldades são muitas. Trata-se, portanto, de um tema com o qual já tinha alguma afinidade.

    História e estrutura

    Depois de escolher a área pela qual sentia empatia, papel e caneta na mão, hora da listinha. Montei um checklist das instituições atuantes que me chamaram à atenção, tanto brasileiras, quanto internacionais.

    O próximo passo? Conhecer melhor a história e estrutura de cada uma. Como foram criadas? Desde quando funcionam? Onde atuam? Quem são os fundadores e qual a trajetória deles? De que forma trabalham? O que fazem na prática? Qual tem sido o impacto real de suas ações a favor da causa?

    E a triagem continua…

    Transparência e compromisso

    Encontrar essas e outras informações com facilidade já é um bom sinal – significa que determinadas organizações estão preocupados em partilhar sua origem, essência, seus valores com todo mundo. Como diz o ditado, “quem não deve, não teme”, não é mesmo?

    Instituições sérias publicam os chamados relatórios de atividades. Através deles é que podemos acompanhar suas realizações. Isso nos deixa mais tranquilos enquanto doadores.

    Observar o compromisso da organização com a transparência é fundamental, até porque só assim prevemos para onde vai nosso dinheiro.

    Portanto, pergunte-se sempre: Quais são os projetos específicos sustentados pelas doações?

    A decisão

    Ao chegar nas três instituições preferidas (que conseguiram demonstrar o compromisso e a seriedade com todos os envolvidos durante a pesquisa), telefonei para cada uma querendo saber se poderia fazer uma visita…

    Sentia necessidade de “ver com os próprios olhos”, e aí não teve jeito – o coração bateu pelas crianças e adolescentes que conheci na Casa Ronald McDonald – um dos projetos do Instituto Ronald McDonald.

    Lá mesmo já me envolvi e comecei a doar meu carinho, sem medo de estar sendo passada para trás, entende?

    A primeira doação, online, super fácil e segura, foi outro ponto positivo. E com tantas coisas boas, acabei me tornando doadora recorrente.

    Até aqui, tem sido gratificante contribuir com uma instituição de confiança.

    O que está esperando para encontrar a sua causa e atuar no mundo de forma efetiva?

    Indico a experiência, desde que com cautela e responsabilidade.

    Leia mais no blog

    IRM Histórias

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