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    Dia Internacional da Mulher: data para reconhecer e apoiar

    A maternidade é uma experiência, sem dúvida, bastante feminina. Não que a responsabilidade por aquele novo ser seja inteiramente da mulher, muito pelo contrário, é preciso reforçar diariamente a importância da presença paterna nessa formação. Entretanto, é particular participar de forma tão próxima de uma outra existência desde a sua fecundação. No dia da mulher, é inevitável não reconhecer e apoiar a força que reverbera de uma mãe/mulher.


    Se você, imediatamente, se lembrou de alguma mulher cuja maternidade é símbolo de resistência, então continue lendo este texto porque é sobre coragem que vamos falar.

    O Instituto Ronald McDonald cruza com milhares de histórias de famílias brasileiras por meio dos programas de assistência que mantém. Famílias essas que de repente, e como diz o poeta, não mais que de repente, vêem suas vidas tomarem rumos complemente impensados. No centro da maioria esmagadora dessas famílias, uma mulher. Não é preciso muito esforço para perceber esta realidade. Um dia de visita a uma das Casas Ronald McDonald é o suficiente para enxergar que a responsabilidade feminina é mais do que presente, é praticamente única.

    1. Onde a sororidade é o elo mais forte

    Para quem ainda não está familiarizado com o termo, sororidade significa a união entre as mulheres a partir da empatia e do companheirismo. Ele é comumente usado pelo movimento feminista e diz respeito a busca pela igualdade no direito entre homens e mulheres. Todavia, ele também é sobre o compartilhar de uma realidade em comum, e nada mais real e comum entre as mulheres do que a maternidade.

    Assim, as mães que dividem suas vidas, costumes, culturas e dores com outras mães que lutam pela cura do câncer do seu filho são símbolos poderosos da sororidade.

    Seja nas alas hospitalares infantis ou nas casas de apoio, é perceptível que a união entre elas é uma das razões que as mantém em pé. E essa missão não é tão fácil, já que o chão parece desaparecer em várias etapas do tratamento oncológico.

    Quando uma mulher se torna mãe não é só o corpo que se transforma na iminência de gerar um vida, mas todo os caminhos trilhados daquele dia em diante. É por isso que elas se fortalecem, pois sabem com exatidão todo o sentimento que toma o coração uma da outra.

    2. O dia a dia entre mães

    Grande parte das mães assumem a proteção e o amor ao filho como sua mais importante missão. Assim, muitas delas acabam sendo pontos de apoio umas das outras que se manifestam nas atividades mais banais.

    Não é preciso atos heroicos para amenizar a rotina atolada de uma mãe, atitudes simples ajudam e muito. De forma muito inteligente, elas estão criando suas redes de apoio para ajudar nas responsabilidades da maternidade.

    3. Por isso, se você, de alguma forma, quer ajudar também pode começar com essas dicas:

    1. 1- Dê apoio no dia a dia profissional

    A rotina de mulher é uma jornada dupla, em casa e no trabalho, na maioria das vezes são elas que precisam decidir. Por isso, procure olhar com empatia os atrasos necessários no dia a dia de trabalho, as ligações em horários comerciais ou as preocupações que acabam tomando grandes proporções.

    2. 2- Ofereça ajuda sempre que puder

    Um ditado popular diz que a mãe é a primeira a acordar e a última a dormir. Caso você tenha um horário mais flexível, ofereça ajuda para uma mãe. Quem sabe buscar os filhos no colégio? Ou então, uma noite do pijama com as crianças para deixar a mãe sair e se divertir? Isso também é extremamente importante.

    3. 3- Não julgue o comportamento de uma mulher mãe

    Não existe uma fórmula mágica para educar um filho, e nem sempre as coisas saem como planejado. Por isso, evite julgar a posição de uma mãe ou a birra de uma criança. Ao invés de disso, ouça e quando puder aconselhe.

    No dia da mulher, troque as flores por alguma ajuda na rotina ou então dê a ela a opção de escolher algo que a agrade. Sobretudo, se você conhece alguma mãe que enfrenta o desafio do câncer, estenda sua mão e seja um apoio. Aproveite e conheça a história de Ana Paula, a mãe do Arthur, que saiu de Aracaju para buscar a cura do filho, você também pode estender se apoio para vidas como a dela!

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    IRM Histórias

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